Blog

Origem da expressão OK

A expressão inglesa "OK" (okay), que é mundialmente conhecida para significar que está tudo bem, teve a sua origem na Guerra da Secessão, nos EUA. Durante a Guerra, quando os soldados voltavam para as bases sem nenhuma baixa, escreviam numa placa "0 killed" (nenhum (zero) morto), expressando a sua grande satisfação, daí surgiu o termo "OK".

Escola de Inglês em Campinas, Aulas de inglês particular, aulas de inglês em turma, curso de Inglês, traduções, traduções juramentadas, aprenda inglês conosco.

Lumière Idiomas e Traduções

Escola de Inglês, aulas de inglês particular, aulas de inglês em turma, curso de inglês.

Aprenda Inglês conosco. Lumière Idiomas e Traduções

Endangered animals. Talking about the future

Pratique o seu inglês. Click AQUI:

Faça Inglês conosco. Aproveite os nossos cursos na medida da sua necessidade.

Lumière Idiomas e Traduções

 

 

 

 

 

O cartaz é simples: em um fundo vermelho, uma coroa é estampada sobre a mensagem "Keep calm and carry on" (em português, "Mantenha-se calmo e siga em frente").

A imagem virou febre. Primeiro, estampou cadernos, canecas e diversos acessórios. Então, caiu na rede, ganhou paródias bem inusitadas. Qual a origem desse cartaz? Que história guarda a frase? Por que uma coroa no topo? Saiba que a origem remete à Inglaterra da Segunda Guerra Mundial.

Na primavera de 1939, época em que a Inglaterra se juntou às tropas aliadas para enfrentar o exército alemão durante a Segunda Guerra Mundial, o governo inglês decidiu imprimir pôsteres para acalmar a população imersa em territórios tomados pelo conflito. A ideia era imprimir três cartazes que seguissem o mesmo padrão de design: duas cores, uma frase impressa em fonte elegante e um desenho da coroa do rei George VI, à frente do país na época. Três versões foram enviadas à gráfica.

Na primeira, as letras elegantes, a coroa e a frase: "Sua coragem, sua alegria e sua determinação vão nos trazer a vitória".

 

Na segunda, o mesmo design e a mensagem: "A liberdade está em perigo. Defenda-a com toda a sua força".

 

Os dois primeiros pôsteres foram distribuídos em setembro do mesmo ano e rapidamente invadiram paredes e janelas de lojas e vagões de trem. A terceira versão é aquela que você já conhece. Mas os ingleses da época da guerra nunca tiveram oportunidade de vê-lo. O cartaz com a frase "Keep calm and carry on" foi guardado para ser exposto apenas em uma situação de crise ou de invasão e acabou não sendo lançado.

Foi só em 2000, 61 anos depois de ser impresso, que o pôster caiu na boca do povo. Ele estava em um sebo na costa nordeste da Inglaterra no meio de livros empoeirados. Quando o encontrou, a dona da livraria o enquadrou e o pendurou na parede do estabelecimento. O pôster fez tanto sucesso entre os clientes que os donos decidiram imprimir cópias da imagem e comercializá-las. Foi aí que a frase começou a ganhar o mundo.

Mas por que é tão difundida? Talvez pelo conselho sensato, pelo design simples, pela mensagem universal. Para o cineasta Temujin Doran, diretor do curta que narra a história do pôster, as palavras são a chave para o sucesso: "trata-se de uma voz histórica, que oferece uma mensagem simples e sincera para inspirar a população a superar tempos difíceis. É um conselho que nunca envelhece: mantenha-se calmo e siga em frente".

 

 

Fonte: http://www.solinguainglesa.com.br/

 

Aulas de Inglês particular e em turma, curso de inglês.

Lumière Idiomas e Traduções

If you thought duck-billed dinosaurs were odd, wait until you hear about the latest weird and wonderful creature to join the ever-expanding dino fossil record: the ‘platypus’ dinosaur. This newly discovered species hasn’t earned this nickname because of a resemblance to today’s unusual egg-laying mammal, but rather because it is a bizarre hodge-podge of characteristics that paleontologists were extremely surprised to find on the same animal.

But the oddities of this puzzling animal don’t end there. Unlike its close carnivorous relatives, this jigsaw dino also appears to have had a vegetarian diet, suggesting that herbivory was acquired within this group, the theropods, significantly earlier than originally believed. Descriptions of this truly remarkable find have been published in the journal Nature.

The curious creature was discovered by a 7-year-old boy, Diego Súarez, whilst he was playing around southern Chile’s Toqui Formation as his geologist parents were busy studying ancient rocks in the area. After Chilean and Argentinian paleontologists were alerted of the find, scientists began to unearth a vast collection of bones at the site, which dated back to the end of the Jurassic Period, approximately 145 million years ago.

Initially, because so many seemingly mismatched dinosaur parts were discovered, researchers assumed that the bones belonged to several different species. But after extensive examination of the fossils, it was revealed that they all actually belonged to one completely bizarre species, which was later named Chilesaurus diegosuarezi in honor of its discoverer.

More than a dozen specimens were eventually unearthed at this rich site, including four complete skeletons, which have helped scientists build up a detailed picture of the critter.Chilesaurus belongs to the theropod, or “beast-footed,” group of dinosaurs. This extremely diverse group of bipedal dinosaurs, which includes the iconic Tyrannossaurus andVelociraptor, is known from remains extending from the Middle Triassic through to the Late Cretaceous, some 245 million to 65.6 million years ago.

Although theropods were ancestrally carnivorous, some eventually evolved other diets, including herbivory and omnivory, but this was thought to have occurred towards the end of their long reign. Chilesaurus, however, had numerous tell-tale vegetarian features, such as a petite head, slender neck, pointed beak and flat teeth, which are all ideal for gnawing on vegetation. Other surprising features include feet similar to those found on long-necked dinosaurs, robust forelimbs akin to those found on the large carnivorous theropodAllosaurus, and stubby fingers rather than sharp claws.

“It has an unbelievably weird mixture of anatomical features,” dinosaur researcher Paul Barrett told the Guardian. “Some of the bones look like they belong to an early theropod, others like they belong to a group of weird plant-eating theropods called therizinosauroids, and yet others look like they belong to a completely different dinosaur group, the prosauropods. A truly odd mix.”

This odd pick and mix of features is an extreme example of a process known as mosaic evolution, in which different parts of an organism evolve to resemble those of unrelated species as the animals adapt to similar environments and ways of life.

“It shows that dinosaurs were experimenting with a wide range of body types and that some unexpected features like a vegetarian diet turned up independently again and again in the ‘predatory’ theropod dinosaurs,” added Barrett.

 

Fonte: http://www.iflscience.com/

 

Curso de Inglês. Matrículas Abertas

Solicite AQUI mais informações.